Histórias da Griffe | Vivi Abrahão - Unidade Alvarenga

Em 2020 completamos 14 anos de vida. Nesse tempo, conquistamos a confiança de muitas pessoas através do jeito Griffecapelli de ser, incorporado por colaboradores e colaboradoras que vestem a camisa e fazem de tudo para embelezar a vida dos nossos clientes.


Por isso, selecionamos a sexta-feira para contar um pouquinho da história dos profissionais que fazem parte do nosso time. Hoje, o bate-papo foi com a Vivi, da Casa Alvarenga.

Dos desfiles na loja de roupas aos conselhos da avó


A paixão da Viviane pelo mercado da beleza já tem mais de duas décadas. Para ser mais exato, tudo começou em 1998, quando trabalhava em uma loja de roupas. “Na época, fazíamos desfiles para divulgar as coleções e eu tinha a mania de arrumar o cabelo das amigas que serviam de modelo”.


Foi nessa época, que a avó da Vivi percebeu o gosto da neta e sugeriu que ela procurasse um curso na área. “Ela viu que eu gostava de mexer no cabelo das amigas e me dizia que eu deveria entrar no mercado da beleza”. Seguindo os conselhos da Dona Teresa, Vivi começou o curso de cabeleireiro do Senac.


No passado professor, hoje colega:

Vivi conta uma coincidência curiosa. Um de seus professores no curso do Senac foi o cabeleireiro Felipe Nuñes, hoje colega na Griffecapelli. Foi nesse curso que ela conquistou o network necessário para começar, tempos depois, a carreira de cabeleireira. “Eu tive a certeza que eu deveria seguir no mercado da beleza, quando fui convidada para trabalhar como assistente do cabeleireiro Fernandinho Mendes (uma referência da época), dois dias depois da loja onde eu trabalhava fechar.”


Enquanto assistente, descobriu a paixão pela profissão, aprendendo a aplicar coloração e fazer mechas (ainda de touca, na época). “Me encantei, principalmente, com a parte de colorimetria. Adorava estrela de cores e mistura de colorações.”


Após atuar três anos como assistente, foi convidada para trabalhar pelo próprio Felipe Nuñes, onde, segundo Vivi, ela finalmente se assumiu como cabeleireira. Depois, passou por mais um salão de beleza, até que, em 2006, começou a sua história na Griffecapelli.


“Vai parecer piada, mas eu gosto da correria”

Dinâmica e produtiva, a Vivi contou sorrindo que a parte que mais gosta na profissão é justamente a correria do dia-a-dia. “Gosto da adrenalina de ter que correr para preparar tudinho para a nova cliente que chega”. Outro motivo de alegria destacado pela Vivi é a cumplicidade conquistada com os clientes. Segundo ela, possui clientes que são fiéis desde o tempo em que atuava como assistente.


De Thiaguinho ao Metálica

Sobre o que gosta de fazer nas horas vagas, Vivi conta que adora curtir o aconchego do lar, tomando um espumante e assistindo um bom filme. Também ama passar o tempo com os filhos Júlia e Lucca e a cachorrinha Beily.


Antes da pandemia, não recusava uma boa viagem, que, sempre que pode é um programa que ama fazer.


Perguntada sobre o gosto musical, ela demonstra o seu estilo eclético ao contar que na sua playlist há músicas do Thiaguinho, do Queen e até do Ara Ketu. “Gosto de tudo um pouco”.


Uma explosão de possibilidades

Para a Vivi, a pandemia foi um grande baque para todos os profissionais da beleza. Mesmo assim, continua sendo uma explosão de possibilidades para aqueles que buscam se reinventar . “As pessoas precisam estar bem consigo mesmas e autoestima é fundamental para a saúde mental. O profissional da beleza tem um papel muito importante”. Ela ainda destacou que os clientes são antenados, estão atualizados e os profissionais que buscam o sucesso devem estar em constante evolução. Além disso, ela ressalta: “Para mim, o bom profissional deve ter criatividade, jogo de cintura, técnica e carisma. A criatividade e a técnica são fundamentas, mas o jogo de cintura e o carisma também são muito importantes para ler o desejo do cliente, sugerir opções e buscar o melhor resultado”.

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